Uma menininha, não no sentido literal da palavra. Era alta, morena e com boxexas bem grandes daquelas tipo fofão sabe? Essa era ela.
Tinha acabado de perder uma pessoa que na cabeça e no coraçãozinho bobo dela estaria viajando e que ligaria " E como vai suas notas?" a mãe de sua mãe, a sua vózinha. Olhava pra certos retratos e involuntariamente chorava porque não consiguia acreditar que ela tinha ido mesmo tendo visto seu corpo ser enterrado e pensava "volta vó, meu coração não aguenta" e depois de uma mês aquela dor que parecia estar cicatrizando abria e causava uma dor sem tamanho, apertava aquele coraçãozinho um tanto quanto menos bobo naquele momento e tudo que ela podia pedir a Deus era outro abraço de sua avó mas era uma coisa que Deus não podia dar mais mesmo ele querendo todo o bem de sua filha.
Voltando a menininha ela era bem nova, daquelas de quando dizia a idade ninguem imaginava o quanto ela tinha passado, mas havia se prometido que iria vencer e conseguir o que queria e que iria cumpir a promessa feita a uma certa pessoa, mas em uma hora ela se sentia sozinha. Na verdade ela não era sozinha tinha uma amiga, uma ruiviinha que tava sempre com ela e tinha sua mãe, pai e irmão e uma prima agregada a qual ela amava muito e isso era ela ' alma, corpo, sentimento' e só precisava de um canto pra escrever aquelas sentimentalidades guardada em seu peito.
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