Uma criança de 4 anos que quer muito um brinquedo mas ele é muito caro para que ela possa tê-lo, lhe curstaria até a propia vida e é assim está meu coração, está batendo forte e leve dependendo das esperanças que ele possa me dar, o choro drámatico e descontrolado desce muito rápido pelo o meu rosto que nem adianta mais enxugá-lo. Drámatica, incontida, burra,esperançada, estaaziada, apaixonada. Meu deus! Estou Louca! Me salve desse mundo louco em que o mais bonito de ser ver são homens ricos e que vão pra Balada pegar mulheres lindas e me devolva aqueles que te ligam e dizem ' vem pra cá, AGORA' e quando você chega lá preocupada era só um brigadeiro e um filme e ele te abraça e meche no seu cabelo e só quer isso, só quer o seu amor e carinho e não te rouba os pensamentos e o coração e depois diz
- Preciso de um tempo pra mim.
Um tempo pra você? Por favor, me devolva o coração antes!
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Era uma vez
Uma menininha, não no sentido literal da palavra. Era alta, morena e com boxexas bem grandes daquelas tipo fofão sabe? Essa era ela.
Tinha acabado de perder uma pessoa que na cabeça e no coraçãozinho bobo dela estaria viajando e que ligaria " E como vai suas notas?" a mãe de sua mãe, a sua vózinha. Olhava pra certos retratos e involuntariamente chorava porque não consiguia acreditar que ela tinha ido mesmo tendo visto seu corpo ser enterrado e pensava "volta vó, meu coração não aguenta" e depois de uma mês aquela dor que parecia estar cicatrizando abria e causava uma dor sem tamanho, apertava aquele coraçãozinho um tanto quanto menos bobo naquele momento e tudo que ela podia pedir a Deus era outro abraço de sua avó mas era uma coisa que Deus não podia dar mais mesmo ele querendo todo o bem de sua filha.
Voltando a menininha ela era bem nova, daquelas de quando dizia a idade ninguem imaginava o quanto ela tinha passado, mas havia se prometido que iria vencer e conseguir o que queria e que iria cumpir a promessa feita a uma certa pessoa, mas em uma hora ela se sentia sozinha. Na verdade ela não era sozinha tinha uma amiga, uma ruiviinha que tava sempre com ela e tinha sua mãe, pai e irmão e uma prima agregada a qual ela amava muito e isso era ela ' alma, corpo, sentimento' e só precisava de um canto pra escrever aquelas sentimentalidades guardada em seu peito.
Tinha acabado de perder uma pessoa que na cabeça e no coraçãozinho bobo dela estaria viajando e que ligaria " E como vai suas notas?" a mãe de sua mãe, a sua vózinha. Olhava pra certos retratos e involuntariamente chorava porque não consiguia acreditar que ela tinha ido mesmo tendo visto seu corpo ser enterrado e pensava "volta vó, meu coração não aguenta" e depois de uma mês aquela dor que parecia estar cicatrizando abria e causava uma dor sem tamanho, apertava aquele coraçãozinho um tanto quanto menos bobo naquele momento e tudo que ela podia pedir a Deus era outro abraço de sua avó mas era uma coisa que Deus não podia dar mais mesmo ele querendo todo o bem de sua filha.
Voltando a menininha ela era bem nova, daquelas de quando dizia a idade ninguem imaginava o quanto ela tinha passado, mas havia se prometido que iria vencer e conseguir o que queria e que iria cumpir a promessa feita a uma certa pessoa, mas em uma hora ela se sentia sozinha. Na verdade ela não era sozinha tinha uma amiga, uma ruiviinha que tava sempre com ela e tinha sua mãe, pai e irmão e uma prima agregada a qual ela amava muito e isso era ela ' alma, corpo, sentimento' e só precisava de um canto pra escrever aquelas sentimentalidades guardada em seu peito.
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